As vezes, quando deparado com discussões ou debates, no final me vem algo a mente: Talvez eu seja pacífico demais nas discussões. Não vejo o objetivo de uma discussão provar o meu ponto, provar que estou certo. O objetivo é nada menos que a evolução conhecimento, com sorte, mútuo. O objetivo é demonstrar o que você pensa e ouvir o que o outro tem a dizer, e então apontar possíveis erros nas idéias do "oponente". Não é impor o que eu penso, mas sim retirar do próximo seus erros.
Impor o que se pensa é se ver forte demais, é negar que você pode estar errado. Mas será que isso é ruim?
Por vezes imagino, como qualquer outro, que talvez eu esteja errado, mas deixo isso me dominar, perco confiança em mim mesmo e no que me é mais valioso: minha mente.
Essa maneira pacífica, de se ver as coisas como um todo ao invés essa falsa dicotomia "meu ponto/seu ponto" de um debate normalmente não é a vitoriosa, pois não é essa a definição de vitória que se busca, como dito anteriormente. Se a sorte não se faz presente e o meu objetivo de conhecimento não é um ideal que eu e o "oponente" dividimos, o oponente ganha na força bruta das falácias, egoísmos e sua maldita mente fechada. Ele ganha por sair com suas ideias intactas enquanto eu saio frustrado por não ter conseguido meu objetivo. A discussão não deu em nada e é isso que ele quer.
sábado, 8 de janeiro de 2011
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Alguns pensamentos sobre homens e mulheres.
Ambos o homem e a mulher, como todo ser vivo, querem passar seus genes adiante, mas o modo no qual alcançam este objetivo são diferentes.
O homem quer, acima de tudo, ter um filho, dar o primeiro passo.
A mulher quer, acima de tudo, cuidar do filho, permitir o desenvolvimento e a possivel reprodução do filho. (daí a felicidade de mães quando se tornam avós)
Esse fonômeno é explicado observando o comportamento dos seres humanos da idade da pedra: A mulher cuida do filho enquanto o homem caça o necessario para mantê-lo vivo.
Esse comportamento é observado até hoje (com variações vindas do estigma social). A mulher é mais caseira enquanto o homem é encarregado de conseguir o dinheiro para manter o filho.
Ambos buscam um parceiro, obviamente, mas buscam por coisas diferentes: O homem busca uma mulher saudável (leia-se: bonita) enquanto a mulher busca um homem com poder, a capacidade de fornecer (leia-se: rico)
A beleza feminina nos parâmetros atuais é muito dada pela capacidade dela de ter filhos e mantê-los na infância, não é apenas estética. Os dois exemplos clássicos: peito e bunda. Peitos grandes ajudam na amamentação e quadris largos significam facilidade no parto.
O que atrai a mulher ja é um pouco mais complicado, é muito pouco baseado a aparência. Resumidamente, como disse antes, é a capacidade de fornecer. A beleza (leia-se: saúde) apenas dá a certeza de que o homem vai sobreviver a caçada, enquanto coisas como inteligencia, atitude e dinheiro ja são mais diretamente ligadas com o ato de fornecer. Inteligência é o que o homem usa para encontrar caminhos para fornecer; A atitude ou confiança é o que é usado para pegar esse potencial e botá-lo em prática; O dinheiro é o resultado final. Portanto só com um dos três não se consegue nada. Com inteligência e sem atitude não se faz nada, só se planeja. Tendo atitude sem inteligência se cometem atos arriscados e incorretos. Tendo dinheiro e faltando o resto, o dinheiro acaba.
Tendo isso em mente, não há porque se ofender com os feminismos de "homem só pensa em sexo" e os machismos de "mulher só pensa em dinheiro". Ambas são maneiras superficiais de se observar a realidade mais profunda da coisa.
O homem quer, acima de tudo, ter um filho, dar o primeiro passo.
A mulher quer, acima de tudo, cuidar do filho, permitir o desenvolvimento e a possivel reprodução do filho. (daí a felicidade de mães quando se tornam avós)
Esse fonômeno é explicado observando o comportamento dos seres humanos da idade da pedra: A mulher cuida do filho enquanto o homem caça o necessario para mantê-lo vivo.
Esse comportamento é observado até hoje (com variações vindas do estigma social). A mulher é mais caseira enquanto o homem é encarregado de conseguir o dinheiro para manter o filho.
Ambos buscam um parceiro, obviamente, mas buscam por coisas diferentes: O homem busca uma mulher saudável (leia-se: bonita) enquanto a mulher busca um homem com poder, a capacidade de fornecer (leia-se: rico)
A beleza feminina nos parâmetros atuais é muito dada pela capacidade dela de ter filhos e mantê-los na infância, não é apenas estética. Os dois exemplos clássicos: peito e bunda. Peitos grandes ajudam na amamentação e quadris largos significam facilidade no parto.
O que atrai a mulher ja é um pouco mais complicado, é muito pouco baseado a aparência. Resumidamente, como disse antes, é a capacidade de fornecer. A beleza (leia-se: saúde) apenas dá a certeza de que o homem vai sobreviver a caçada, enquanto coisas como inteligencia, atitude e dinheiro ja são mais diretamente ligadas com o ato de fornecer. Inteligência é o que o homem usa para encontrar caminhos para fornecer; A atitude ou confiança é o que é usado para pegar esse potencial e botá-lo em prática; O dinheiro é o resultado final. Portanto só com um dos três não se consegue nada. Com inteligência e sem atitude não se faz nada, só se planeja. Tendo atitude sem inteligência se cometem atos arriscados e incorretos. Tendo dinheiro e faltando o resto, o dinheiro acaba.
Tendo isso em mente, não há porque se ofender com os feminismos de "homem só pensa em sexo" e os machismos de "mulher só pensa em dinheiro". Ambas são maneiras superficiais de se observar a realidade mais profunda da coisa.
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