quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Comunicação/Subjetividade

Mensagens são expressas pelo locutor, essas palavras então são interpretadas pelo receptor, e é assim que é descrita, da maneira mais reduzida, o complexo sistema da comunicação. Se a informação transmitida entre as duas entidades permanecer a mesma, a comunicação foi efetuada de maneira correta.

Pra que pensar e analizar a liguagem que vai se usar? Se for necessária a transmissão de algum tipo de informação, que seja com o vocabulário mais claro possível, onde ambos os lados vão compreender, e não vai ficar nada a se refletir após a conversa.

Por essas e outras que não sou muito fã de comunicação através da subjetividade, pois nela, palavras são jogadas como poemas, de uma form talvez até bonita, mas a informação se perde no caminho, e isso só pode levar a mal-entendidos. É só uma forma preguiçosa de soar intelectual. E o pior é quando sua namorada é subjetiva, mas nem vou entrar nesses detalhes.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

O egoísmo do cigarro

Como introdução, queria informar aos que não sabem, que algumas das idéias deste blog são feitas na minha sacada, no tempo que perco do meu dia para fumar.

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Nossos pulmões puxam o ar, e a única entrada de ar do cigarro, como um canudo, faz com que o ar entre pela ponta, assim alimentando a chama, e fazendo com que o ar ainda puro se misture aos produtos dentro do cigarro, passando por todo o cigarro, indo aos nossos pulmões, entrando no nosso biológico, tendo reações químicas, dando ao usuário uma sensação agradável, mas ainda assim comprometendo seu organismo. A fumaça modificada então é solta no mundo afora, comprometendo também a natureza, o organismo do planeta. Tudo isso por aquela pequena sensação agradável. Egoísmo.

Mas eu uso o cigarro, às vezes, para pensar. a duração do cigarro é o tempo que eu tenho para refletir, colocar minhas idéias em ordem, que ainda assim seria um uso egoísta, isso se eu mantivesse minhas idéias para mim mesmo, mas eu busco dividí-las, poupar os outros do esforço de chegar às conclusões que eu chego, com ou sem a ajuda do cigarro. Não que minhas conclusões sejam corretas, mas é um ponto de vista novo, que pode ou não ajudar o próximo no seu ponto de vista pessoal.

Mas ainda assim, devem haver formas mais saudáveis de fazer isso.